Notícias dão conta de que o contrato de concessão do Beira-Rio por 20 anos para investidores ainda desconhecidos estaria sendo encaminhado nessa semana iniciada em 28/11/2011.
Cabe o registro de que o apoio ao contrato já tem respaldo da maioria do Conselho Deliberativo. Fala-se em 260 conselheiros, de mais de 340. Número duvidoso, mas representativo.
A gestão e operação de estádios de futebol representa hoje cerca de um terço do faturamento dos grandes clubes europeus (veja aqui). O Inter está colocando a geração de receitas em segundo plano, priorizando a realização da obra como se ela fosse um fim em si mesmo. E não é.
A modernização de estádios é um meio para gerar receitas. Geração de receitas que será prejudicada.
Carro novo e me devendo? Casa nova e me devendo.
A dependência atual da venda de atletas para sustentar o Clube, perpetuar-se-á. Por 20 anos.
Mas com uma casa nova! Dificilmente melhor que a nova Arena, um novo paradigma.
Estou à procura de argumentos racionais em favor de tal contrato. Será uma honra mudar de opinião. Mas até aqui são só achismos e emotivismos. Nada a ver com o que idealizo para meu Clube, que as questões de longo prazo sejam discutidas à exaustão e com o máximo de cientificismo possível.
Talvez em 2034.
31 comentários:
Já formei opinião sobre as reformas e a copa. As reformas devem ser feitas dentro dos limites financeiros do Clube. Quanto a Copa é assunto para Fifa e o Governo Federal, Estadual e Municipal. Aliás Copa no Brasil é um disparate. O Beira Rio é dos Colorados.
Estudos comprovam que após a copa, com as reformas em estádios, a ocupação média dos estádios cresce muito, ficando em torno de 80%.
Oras, se isso não é gerar receitas, não sei o que é. Vamos ter um estádio novo com mais público, mais bilheteria, mais consumo, mais renda para o clube.
Pena o inter não poder fazer um estádio novinho em folha com recursos próprios, mas não dá.
A posição favorável ou não ao contrato depende mais das alternativas do que do contrato. Quais são elas? A raiz do problema está no post anterior. Começamos errado, não estudamos a viabilidade econômica do projeto, e por isso, a AG sequer acha investidor. O negócio é muito pior para ela do que o da OAS (que vai fazer shopping e varios prédios no Humaita e TAMBEM na Azenha). Aliás, sequer o projeto é do clube, pois a concorrência previa que AS EMPRESAS APRESENTASSEM OS PROJETOS. Quanto a copa, penso apenas nas isenções. Já é difícil o retorno com isenções, imagina sem. Eu não darei $ a AG, pois só irei nas áreas do clube nos próximos 20 anos. EU!
toda essa pressa e talvez o mal negócio que venha a acontecer, se deve, será, somente ao medo da troça dos gremistas caso o Beira Rio perca a Copa??
Tem gremista e colorado mais preocupado em gozar do outro e evitar a troça do que no futuro a longo prazo do clube. Tu é uma das poucas pessoas sãs no RS.
Lembrando que de qualquer maneira os gremistas vão fazer troça, especialmente após o aviãozinho "chiqueiro de aluguel"... certamente vai ter aviãozinho "Remendo de Aluguel" caso o Inter feche com a AG.
Talvez o Inter pudesse ter conseguido uma saída digna, meio que esnobando a FIFA e Copa, diminuindo assim o fator "troça gremista".
Mas está cada vez mais difícil. Meio que se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Ou não. Pois as gozações de gremistas pela perda do mundial iriam durar um tempo curto. O contrato com a AG vai durar 20 anos. Se for bom, ou se for ruim.
Pensando no bem do Inter, o melhor possível seria um estádio NOVO e com as rendas futuras ao menos DIVIDIDAS entre o clube e a construtora/financiador parceiro.
Como dar asas a esse tipo de projeto? Só imagino fazendo um negócio igual ao do Grêmio. Trocando o terreno do Beira-Rio (que deve ser muito bem valorizado) por outro mais distante, com um estádio novo.
Nesse caso, teria que ser muito bem analisada essa nova localização.
Qualquer outra alternativa fora desta, é em grande parte desfavorável ao clube.
A saída com a AG, ainda assim, é a "menos pior" dentre todas as alternativas restantes.
Por isso, acho que se é pra desistir da parceria com AG, que se construa um novo estádio, como nos moldes do Gremio.
Temos que ser realistas do que é melhor ou menos pior para o clube.
Consta que nos anos 80 o Inter teve proposta para construir um shopping dentro do terreno do Beira-Rio. A direção não aceitou, porque estaria abrindo mão de 20 anos de receitas geradas pelo shopping.
Acontece que o shopping não existe.
E hoje, já seríamos donos a 10 anos de um shopping.
Falta visão.
Iuri Fiedoruk,
Importante tua observação. Eu não sou contra a reforma do Estádio, sou contra a reforma feita no achismo e na pressa decorrente da Copa após anos batendo cabeça.
O crescimento de público não corre da Copa, mas da reforma. Reforma que não depende da Copa.
Inclusive o aumento da média de público do Beira-Rio resultará em aumento de receitas. Receitas da AG, não do Inter. Bares serão deles, publicidade será deles. NOME do Estádio será deles.
Esse é o problema.
Abraço.
A posição favorável ou não ao contrato depende mais das alternativas do que do contrato. Quais são elas?
ALTERNATIVAS podem ser construídas às dezenas, basta ter tempo para isso. Contratar especialistas para desenvolver um projeto para o Clube e seguir a diante. Com profissionalismo.
Iuri Fiedoruk,
O Shopping que tu te referes seria feito no terreno do Eucaliptos. O projeto foi apresentado na gestão do Gilberto Medeiros.
Não podemos generalizar pensando que se aquele teria sido uma boa oportunidade, esse também será.
Se a tese é a da incompetência eterna, aí realmente, é melhor entregar para alguém que saiba lucrar, já que o Inter não sabe.
O lamentável é que a AG e seus parceiros não irão operar o Beira-Rio, vão contratar empresas para fazer a gestão de seus espaços. Coisa óbvia, que o Inter não sabe fazer.
Abraço.
1º) ok, ALTERNATIVAS podem ser construídas às dezenas, basta ter tempo E DINHEIRO para isso. O mais divertido da opção "recursos próprios" é que ninguém mostra eles.
2º) Tb Sou plenamente (fábula do Falcão) favorável ao profissionalismo. e desde a avaliação economica, projeto e execução da obra, e tb administração das areas.
3º) Dúvida = P q a reforma só vai aumentar receitas SÓ da AG ? As áres atuais que ficarão com o clube não terão mais público e não serão mais valiosas/caras/rentáveis depois da reforma??
4º) Se o clube tivesse 150 milhões em caixa, EU prefiro que investisse TUDO no time e deixasse uma construtora reformar o estádio em troca dos POSSÍVEIS lucros futuros da exploração de PARTE do estádio durante algum tempo.
Guilherme, parabéns pelo espaço, como contador penso que a essência do problema está no dinheiro. Só isso. Dinheiro faz time bom (que ganha taça e traz mais $) e tb constroi estádio bom. Estadio bom dá lucro que vai para o time. Estadio ruim da preju e tira dinheiro do TIME. Veja, nunca vi algum dirigente ou conselheiro dizer quanto lucro ou prejuízo o gigante representa no balanço do clube. Será que alguém sabe? Ex. Parece que a arena terá menos de 100 funcionários. Os 250 do olímpico vão procurar emprego em dezembro de 2012. E daí? Dai que parece que vai sobrar mais dinheiro pro time deles, infelizmente.
A lição moral dessa história do Shopping Center (que seria nos Eucaliptos, mas com a negativa do Inter, o investimento foi para o Praia de Belas, sim, o Praia de Belas Shopping!) que o Inter deixou de ganhar é a de que devemos deixar o saudosismo de lado. O Inter não quis permitir a construção do Shopping na área histórica dos Eucaliptos por puro saudosismo. Hoje em dia a direção do Inter diz que o não estamos entregamos patrimônio histórico, ao contrário do Grêmio. Mas o que ganhamos com isso? O Inter não é MUSEU, e sendo saudosista com o passado estaremos pondo em jogo o FUTURO. Tenho certeza que nos ajudará a chegarmos a uma alternativa melhor caso nos questionarmos: Qual será a realidade patrimonial da dupla grenal daqui a 20 ou 30 anos?
Anônimo e Luiz, a questão não se trata de dualismo "AG x autofinanciamento".
Basta ler este Blog para ver como eu me manifestei diversas vezes questionando a viabilidade desse modelo.
O fator "tempo" só existe porque o Inter está priorizando a Copa do Mundo em detrimento de seu futuro.
O fator "dinheiro" é exatamente o que estou defendendo que seja dada prioridade. Estádio é, sim, um meio fundamental para os clubes diversificarem suas receitas. Basta ver a Europa.
As prioridades estão invertidas e os Conselheiros do Clube não estão preocupados com esse debate sobre geração de receitas. Aprovam por meros critérios políticos sem qualquer respaldo técnico/profissional de especialistas (raros no Brasil, em bom número na Europa).
Não tem nada de saudosismo, pelo contrário. Sou defensor de um estudo amplo que contemple inclusive a questão reformar ou construir. Que não foi e não será feita, infelizmente.
Abraços.
Não me expressei bem na mensagem anterior. Minha posição é por um estádio novo. Quando digo que o Inter deve deixar o saudosismo de lado, quero dizer que não deve querer manter o Beira Rio acima de tudo. Pode chegar um momento em que um estádio moderno, não um modelo antigo remodelado, vai passar a ser fundamental como patrimônio para estimular novos torcedores. Mas é a minha opinião pessoal, e acho que corro por fora.
Gulherme, você é conselheiro do Inter, deve estar tendo acesso à minuta neste momento. E aí? Ela é boa para o clube?
Como assim, vamos começar a parceria já devendo 8 mi???
http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/12/06/contrato-para-obras-do-beira-rio-entra-em-analise-e-inter-revela-divida-de-8-mi.htm
Malet, voce leu o contrato já? Voce sabe o que será da AG e o que será do inter quanto a divisao das receitas??
Por favor, Guilherme: dado o número de sócios, e a grandeza que o clube alcançou, busque que se aumente a capacidade do estádio. Pelas lotações das finais das Libertadores, creio que, com a arquibancada nova, pode-se chegar as 60 mil.
Se use melhor os espaços atrás das goleiras. Sei lá. Um pedido de sócio que votou.
A questão crucial é que o custo da reforma aumenta a medida que nos aproximamos da Copa, tudo porque estamos priorizando a vaidade de sermos o estádio da Copa no RS.
Sinceramente, não sou favorável ao endividamento apenas para termos o estádio da Copa. Sou a favor das reformas dentro das possibilidades do Inter, que mantenha o patrimônio essencialmente próprio sem abrir mão de receitas para construtoras.
O problema não é o modelo de parceria em si, mas sim o modelo que abre mão de receitas importantes que podem levar o clube a outro patamar.
Assinando este contrato com a AG estaremos caminhando no mesmo rumo do rival (não existem tantas diferenças nos modelos) e possivelmente comprometeremos o saúde financeira do clube a longo prazo.
Acredito que o Inter precisa de atitudes sustentáveis, que garantam que as gerações futuras possam comemorar títulos como comemoramos na era atual.
A capacidade de mobilização da torcida colorada é enorme.
Sinto que toda a discussão a respeito do modelo carece de uma análise mercadológica a respeito do potencial de arrecadação do complexo reestruturado. Não é possível ter um bom julgamento sem tal análise. Estamos comparando o desconhecido com a proposta da AG (que com certeza realizou tal análise mercadológica).
Enfim, sou da opinião que não precisamos de um estádio para a Copa. Precisamos de um estádio para o Inter. Sou contra a parceria nos moldes propostos e acredito que precisamos reavaliar o modelo de autofinanciamento. A pressão gerada pela Copa não pode balizar uma decisão tão importante!
Abraço!
Vitor Finkler
projetar com paciencia e profissionalismo = tempo = sem copa = Sem isenções fiscais federais = estadio mais caro = parcerias longas...
sem falar em todo o carnaval publicitario feito pela própria direção, desde 2007, sobre o novo estádio, gerando grande expectativa na torcida. Até o Gremio xingaram, om aviaozinho.
Fizeram a torcida sonhar, a imprensa comprar a idéia... ansiedade e expectativa não faltam. Isso tambem vai contra o tempo.
É dificil. Por isso acho que a melhor saida é a AG mesmo e já era..
Conseguiremos algo muito melhor que a proposta atual?
Vejamos o contrato OAS/Gremio.
O Gremio obteve o poder dividir as futuras rendas do estádio com a construtora.
Em contrapartida deu à construtora um grande terreno, o do Olímpico.
Aqui no Beira-Rio conseguiremos maior participação nas futuras rendas sem oferecer uma maior contrapartida à construtora?
Acho difícil, mas há o exemplo do Palmeiras. Lá, o clube progressivamente vai aumentando sua participação nas rendas do novo estádio.
De qualquer maneira, temos que ser realistas de qual é o alcance do poder do Inter para negócios...
Meus amigos:
Hoje com o auto financiamento com as mudanças propostas pela FIFA, juntamente com a agregação das cadeiras VIPs e com o acabamento arquitetonico propostas pelos desenhos de maquetes etc, juntamente com o CT, as vendas de locais novos não cobreriam os custos da obra.
Sendo que nos 1ºs 10 anos haveria um deficit patrimonial enorme ao qual relaciono a seguir.
1) Manutenção e limpeza do locais novos.
2) Pessoal operacional e administrativo.
3) Agua.
4) Energia.
5) Impostos.
6) Atendimento dos camarotes e cadeira VIPs.
7) Outras.
Penso assim que o INTER com este modelo de autofinanciamento teria um deficit mensal depois da reforma imenso.
Penso que no contrato com a AG esteja contemplado estas despesas.
Sou contra este parceria do inter com a AG e não faço questão de copa no estadio do inter.
Quase todos os colorados com quem falo tem a mesma posição, não entendo porque a maioria dos conselheiros está se colocando contra o desejo da maior parte da torcida.
Acho que temos que fezer mais barulho para deixar claro que não queremos esta parceria.
lor só saltou para R$ 290 milhões (e agora 330), porque nele está incluso o LUCRO DA AG.
Não se esquecem que as isenções fiscais barateiam a obra em 20 a 30%.
Ou seja, a AG ganha duas vezes: no lucro pela construção e na exploração das áreas construídas. Na verdade ela banca só +- R$ 200 milhões. Desconte desse valor o aporte que o Inter fez/está fazendo no valor aproximado de R% 56 milhões.
Sobrou quanto para a AG pagar? +- 150 milhões. E disso ela paga só 20%, pois o resto seria bancado por investidores que, se não aparecerem, significarão:
- adeus parceria;
- adeus 26 milhões dos eucaliptos.
prezados, voltando ao profissionalismo nos estudos e análises da parceria, recomendo uma leitura na zero hora de hj, coluna do Diogo Olivier, que dá detalhes sobre o trabalho da Ernest & Young na avaliação do impacto da reforma do estádio na geração de receitas. Guilherme, este trabalho foi apresentado no conselho? Poderia comentar?
Na verdade o internacional deve aceitar a parceria por não ter opção melhor.
É isto, ponto.
Claro que a Arena do Grêmio, provavelmente, será superior, maior e mais lucrativa.
Mas o fato é que para isso o grêmio abriu mão de sua excelente localização por um ponto que é precário, na melhor das hipóteses.
Já o Beira-Rio está no local mais nobre da cidade, e cada vez sendo mais valorizado por novas obras.
Se abríssemos mão do tereno do Beira-Rio certamente conseguiríamos um acordo melhor, no entanto não é o caso.
Sejamos práticos, então.
Estádio reformado, não é o ideal mas será melhor do que o que temos hoje.
Sejamos realistas, fora da "oportunidade Copa do Mundo", por quê não apareceram investidores interessados no projeto?
Por quê, durante o período "recursos próprios", não surgiram interessados em se associar ao Inter no eventual lucro?
Ou todo mundo que investe no Inter é franciscano, que só quer despejar fortunas no Clube do Povo para fazer o bem?
Qualé!
A AG demorou tanto para assinar porque sabe que o risco do empreendimento é altíssimo!
POA não é SP, por acaciano que possa parecer.
Tem população, PIB e renda per capita bem menores, e o prazo para recuperar um investimento é muito maior - riscos idem.
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Outra, não acredito em negociações do tipo ganha-ganha ou perde-perde, ainda mais quando envolvem tubarões como as empreiteiras.
Se não assinaram logo o contrato, é porque o negócio não era tão bom assim para eles.
Na boa, a AG só assinou porque foi coagida politicamente pelos governos estadual e federal.
E vai perder dinheiro no BR, mas vai ganhar sua compensação, destes governos, lá na frente.
A AG participa de outras construções, como o Maracanã e, salvo engano, de Manaus.
Não vi toda esta indecisão deles nestes casos.
Marco, apareceram diversos investidores, mas não receberam atenção. A própria AG fez proposta em 2010, mas foi posta na geladeira. Apareceram diversas outras como Construcap, Engevix, entre outros consórcios.
FKS, existiam diversas opções. A pior delas é ficar sem faturamento algum do empreendimento, como acabou ocorrendo.
Comparar o Beira-Rio reformado com o Beira-Rio atual é um erro.
O Beira-Rio, nos próximos anos vai concorrer com diversos outros estádios de outro patamar. Jamais com o Beira-Rio atual.
Teu argumento é como dizer: o atual Beira-Rio é bom porque é melhor que o Eucaliptos...
Caros Torcedores Colorados.
Aos moderadores deste Blog, peço a permissão de escrever estas linhas para convidá-los para uma revolução no futebol brasileiro.
Como todos sabem, ao final do clube dos treze, houve uma divisão de cotas de TV que causa um enorme distanciamento entre os clubes grandes do futebol Brasileiro, entre eles esta o Internacional.
Hoje temos dois clubes (Corinthians e Flamengo) que recebem uma cota de TV muito superior aos demais clubes, em médio prazo terão no Brasil um campeonato de dois times grandes e apenas outros médios, como infelizmente aconteceu na Espanha.
Gostaria de convidar os donos deste blog para juntos divulgarmos a campanha que se iniciou com o jornalista Odir Cunha e que já se espalha pela torcida paulista, o que ainda é muito pouco, pois temos que atingir todas as torcidas contraria a este absurdo que a CBF e a GLOBO querem impor ao nosso torcedor.
Peço humildemente que leiam os tópicos da campanha no http://blogdoodir.com.br/ e que se for pertinente aos torcedores do Internacional, se engajar nesta luta contra o fim dos grandes clubes brasileiros em prol de apenas dois clubes, escrevam em seus Blog e divulguem a campanha nas redes sociais, para que possamos assim atingir o maior numero de torcedores brasileiros, já que os presidentes dos nossos clubes não reagiram por interesses que até agora não entendemos, vamos nos unir contra esta vergonha nacional!
A grande desculpa da rede Globo é que estes times dão mais IBOPE que os demais, nós podemos reverter este quadro, uma pesquisa do jornal Lance em parceira com o Ibope, divulgada em 2010, apontou que Corinthians, com 21%, e Flamengo, com 16%, são os times com maior índice de rejeição do País.
A mesma pesquisa concluiu que as maiores torcidas do Brasil são as de Flamengo, com 17%, e Corinthians, com 13%.
Isso quer dizer que em um jogo do Corinthians, transmitido pela tevê, há mais pessoas torcendo contra o alvinegro da capital do que a favor (cerca de 60% a mais de secadores!!!). Ou seja: o torcedor que mais detesta esse time é o que está contribuindo mais para que ele receba maior cota de tevê, patrocínio, merchandising etc., aumentando a distância econômica entre ele e os demais.
COLORADOS, VAMOS LUTAR CONTRA O FIM DA ESPANHOLIZAÇÃO DO NOSSO CAMPEONATO!
creio ser a parceria com a andrade gutierez interessante
o inter ainda não tem maturidade administrativa pra gerenciar um estádio moderno e todas as suas posibilidades
devemos aproveitar esses 20 anos para aprender os parceiros como tirar lucro de um estádio como o beira rio reformado
após isso podemos explorar o estádio por mais uns 20 anos com reformas pontuais e após isso (20=20= daqui a 40 anos) construir um estádio pra mais de 100 mil pessoas.
durante a construção do beira rio o inter não ganhou nada..... atualmente não existe mais margem pra passarmos por esse tipo de sufoco financeiro
se uma empresa do porte da AG demorou e só vai assinar o contrato após muita discussão pois sabe o tamanho do risco financeiro que envolve o negócio, imagina o inter que não é do ramo tentando dar esse pulo do gato sozinho
tudo aponta para ser a reforma com parceria da AG o melhor negócio para o clube
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